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As abandonadoras
Histórias sobre maternidade, criação e culpa
Em até 4 de 19.98 s/juros
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Que tipo de mãe abandona seu filho? Em As abandonadoras, a jornalista catalã Begoña Gómez Urzaiz enfrenta essa pergunta com reflexões em torno da culpa materna, da maternidade competitiva e da mãe como sujeito criativo.
Com empatia, autocrítica e surpreendente leveza para um tema incômodo, a autora parte de suas próprias interrogações para construir esta coleção de ensaios sobre os recantos obscuros da maternidade — não querer ser mãe, arrepender-se de ser mãe, viver maternidades turbulentas —, na qual explora as trajetórias e os motivos de mulheres que decidiram se apartar dos filhos, seja por carreira, por não se sentirem apegadas, por falta de recursos ou apenas porque assim quiseram.
Artistas e escritoras como Ingrid Bergman, Gala Dalí e Muriel Spark figuram nesse rol de abandonadoras, ao lado de personagens clássicas da ficção, seja a Anna Kariênina de Tolstói ou a Nora Helmer de Ibsen. Mas há também mulheres comuns, quase sempre soterradas por culpas e inseguranças. Na tentativa de compreendê-las, Begoña expõe reflexões acerca de sua própria experiência; questiona a construção social da mãe que se sacrifica e renuncia a seus desejos; e também aborda fenômenos opressores recentes, como as momfluencers e a maternidade “perfeita”.
“Desconfio que muitas das abandonadoras destas páginas buscavam um impossível: ter filhos sem ter que se transformar em mães. Não consigo imaginar desejo mais compreensível.” — Begoña Gómez Urzaiz
Páginas | 280 |
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Data de publicação | 05/03/2024 |
Formato | 21 x 14 x 1.6 |
Largura | 14 |
Comprimento | 21 |
Acabamento | Brochura |
Lombada | 1.6 |
Altura | 1.6 |
Tipo | pbook |
Número da edição | 1 |
Subtitulo | Histórias sobre maternidade, criação e culpa |
Classificações BISAC | BIO022000; FAM032000; SOC028000 |
Classificações THEMA | DNB; VFV; JBSF1 |
Idioma | por |
Peso | 0.34 |