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Rosa que está
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Descrição Saiba mais informações
o homem
em mim
esculpe
(lentamente)
cicatrizes
a mulher
em mim
refaz
(ponto por ponto)
a estrada
a estátua
(olho por olho)
refaz
em mim
a mulher
o homem
em mim
fabula
(solenemente)
cigarras
A poesia de Luci Collin continua alta. Melhor: continua crescendo. Melhor ainda: continua séria. O que oferece aos leitores é uma notável sequência de poemas, escrita com ponta fina, digitada firmemente. Se bem me lembro do que eu senti anteriormente, a coesão de sua poética mantém o equilíbrio perfeito de uma progressão exata de uma carreira contínua. A prova disso está nos poemas, cito alguns ou poderia citar todos, pois é difícil preferir uns e deixar de lado outros: “Alinho”, “Incombinado”, “Traço”, “Lida”, “Rogativa”, “Acontecido”, “De se fazer”, “Cinzel”, “Manto”, “Shikantaza”, “Lembrete”, “Remissivo”, “Raso”.
Paro por aqui para deixar, no meio do livro, esse jogo de escolha, que volta e meia, tende a adicionar outros títulos, que foram deixados para trás, cometendo injustiças, sem sombra de dúvida. Pois em Rosa que está nenhuma pétala deve ser esquecida e não querida. Trata-se de um livro completo, de A a Z. E a cada leitura (já que ele pede releituras) vamos descobrir novas nuanças das suas rosas reunidas num buquê que não se despetala.
Armando Freitas Filho
Páginas | 96 |
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Data de publicação | 25/05/2019 |
Formato | 18.8 x 13.6 x 1 |
Largura | 13.6 |
Comprimento | 18.8 |
Acabamento | Brochura |
Lombada | 1 |
Altura | 1 |
Tipo | pbook |
Número da edição | 1 |
Classificações BISAC | POE012000; FIC029000; FIC044000; FIC076000; FIC089000; LIT000000; POE000000; POE024000; SOC010000 |
Classificações THEMA | DCC; DS; JBSF11 |
Idioma | por |
Peso | 0.123 |